quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Guia Politicamente Incorreto da história do Brasil

Autor: Leandro Narloch
Editora: Leya
ISBN: 978-85-62936-06-7

Português
368 páginas
Formato: Papel

Sinopse oficial:
EXISTE UM ESQUEMA tão repetido para contar a história do Brasil, que basta misturar chavões, mudar datas ou nomes, e pronto. Você já pode passar em qualquer prova de história na escola. Nesse livro, o jornalista Leandro Narloch prefere adotar uma postura diferente – que vai além dos mocinhos e bandidos tão conhecidos. Ele mesmo, logo no prefácio, avisa ao leitor: “Este livro não quer ser um falso estudo acadêmico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos.” É verdade: esse guia enfurecerá muitas pessoas. Porém, é também verdade que a história, assim, fica muito mais interessante e saborosa para quem a lê.

Por que eu li?/O que achei:
Sou muito suspeito pois adoro história, e principalmente história contada por jornalista. Os fatos são totalmente documentados, com visões de vários ângulos, o que faz ficar muito mais interessante, para o terror dos professores de história.
O jornalista Leandro teve uma boa sacada e entendo que já está na hora de uma nova versão, talvez mais contemporânea da história, mas nos mesmos moldes deste.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Guia politicamente incorreto da América Latina

Escritor: Leandro Narloch e Duda Teixeiera
Editora: Leya
ISBN: 978-85-8044-105-5

336 páginas
Português
Formato: Papel

Sinopse oficial:
Che Guevara, Fidel Castro e Salvador Allende são os alvos desta vez. Utilizando a mesma fórmula que consagrou o Guia politicamente incorreto da história do Brasil – com mais de 200 mil exemplares vendidos –, Leandro Narloch e Duda Teixeira retomam alguns dos personagens e fatos marcantes da história da América Latina para mostrar que a história não aconteceu exatamente como aprendemos na escola. “Fidel Castro foi capitalista”, “Che Guevara ordenava torturas” ou “Os Incas aprovaram a dominação espanhola” são algumas das afirmações polêmicas que os autores defendem e explicam por meio de outras correntes de pesquisa histórica rejeitadas como oficiais. Com o mesmo propósito do livro anterior, o Guia politicamente incorreto da América Latina é contra regras batidas para se contar a história. E o falso herói latino-americano é o principal alvo deste livro.

Por que eu li?
Porque adoro história, e li o primeiro livro que foi "Guia Politicamente incorreto da história do Brasil" e gostei muito da maneira como Jornalista conta história.

Minha opinião:
Algumas fatos são questionáveis, porém outros fazem todo o sentido, principalmente quando lembramos de histórias de lideres sul-americanos em republiquetas de Bananas. Entendemos muitas posturas populistas desses lideres e penso que até agora nós Brasileiros tivemos muita sorte de não ter um líder que tenha conseguido fazer o que se fez, e que se faz, em outros países sul-americanos. Veja exemplo atual da Venezuela.
Para quem gosta de história, ou mesmo está iniciando neste tipo de leitura, é um bom começo, mesmo sabendo que os professores de História odeiem livros de História escrito por Jornalistas.

sábado, 1 de outubro de 2011

A Pátria de (em) chuteiras

Escritor: Nelson Rodrigues
Editora: Cia. das Letras
ISBN: 8571643830

Português
Formato Lido: Papel
Número de páginas: 200

Sinopse:
Depois de À sombra das chuteiras imortais, 'A pátria em chuteiras', uma coletânea de crônicas sobre a paixão brasileira pelo futebol. No primeiro livro, Nelson Rodrigues mostrava como o Brasil superou o 'complexo de vira-lata' (alimentado pela derrota na copa de 1950) com as brilhantes vitórias nas Copas de 1958, 1962 e 1970. As crônicas de 'A pátria em chuteiras' se estendem até 1978, quando o Brasil voltou a conhecer a derrota e, para desgosto de Nelson, readquiriu o 'complexo de vira-lata'.

O que eu achei: Um dos melhores livros de coletânea de contos do Nelson Rodrigues que eu já li. Vale muito a pena, principalmente para aqueles que gostam de futebol.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Adeus , China - O Último Bailarino de Mao

Escritor: Li Cunxin
Editora: Fundamento
ISBN: 9788576761808

Português
Formato lido: Papel
400 páginas

Sinopse:
Em um vilarejo desesperadamente pobre do nordeste da China, um jovem camponês está sentado em sua velha e frágil carteira escolar, mais interessado nos pássaros lá fora do que no Livro Vermelho de Mao e nas nobres palavras nele contidas. Naquele dia, porém, homens estranhos chegam à escola - os delegados culturais de madame Mao. Estão à procura de jovens camponeses que, depois de receberem a formação necessária, possam tornar-se os fiéis guardiães de grande visão de Mao para a China.

O que eu achei do livro:
A principio foi aquele livro que comecei a ler sem compromisso, mas de fato ele foi se revelando já no inicio um excelente livro, com uma trama muito bem montada que muito bem poderia ser confundida com a ficção. Só que não.
O Sr. Li Cunxin foi de uma força incrível, e podemos ver como era o regime de uma China fechada para o mundo e o sofrimento de um povo.
Realmente vale muito a pena ler este livro.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Steve Jobs

Escritor: Walter Isaacson
Editora: Companhia das Letras
ISBN: 978-85-359-1971-4

624 páginas
Português

Formato: Papel

Sinopse oficial:
O livro, baseado em mais de quarenta entrevistas com Jobs ao longo de dois anos - e entrevistas com mais de cem familiares, amigos, colegas, adversários e concorrentes -, narra a vida atribulada do empresário extremamente inventivo e de personalidade forte e polêmica, cuja paixão pela perfeição e cuja energia indomável revolucionaram seis grandes indústrias: a computação pessoal, o cinema de animação, a música, a telefonia celular, a computação em tablet e a edição digital. Numa época em que as sociedades de todo o mundo tentam construir uma economia da era digital, Jobs se destaca como o símbolo máximo da criatividade e da imaginação aplicada à prática. Embora tenha cooperado com esta obra, Jobs não pediu nenhum tipo de controle sobre o conteúdo, nem mesmo o direito de lê-lo antes de ser publicado. Não estabeleceu nenhum limite: pelo contrário, incentivou seus conhecidos a falarem com franqueza. "Fiz muitas coisas que não acho louváveis, como ter engravidado minha namorada aos 23 anos de idade e a maneira como encaminhei a questão", disse ele. "Mas não tenho nenhum segredo a esconder." Jobs fala com franqueza, e às vezes com brutalidade, sobre os companheiros de trabalho e os concorrentes. Do mesmo modo, seus amigos, inimigos e colegas apresentam um painel com as paixões, os demônios, o perfeccionismo, os desejos, o talento artístico, as manias e a obsessão controladora que formaram sua atitude empresarial e os produtos inovadores que criou. Jobs é capaz de levar à fúria e ao desespero quem está perto dele. Mas a personalidade e os produtos, assim como um hardware e um software da Apple, estão unidos num mesmo sistema integrado. Sua história é ao mesmo tempo uma lição e uma advertência, e ilustra a capacidade de inovação e de liderança, o caráter e os valores de um homem que ajudou a construir o futuro.

Por que eu li?
Foi logo após a morte de Steve Jobs. Assunto em evidência.

Minha opinião:
Apesar de todos "endeusarem" o Jobs, o livro é bem fiel aos seus defeitos e ao TOC que ele tinha. Realmente Steve Jobs era um gênio em sua época, com todos o seu lado negro, mas um gênio.

segunda-feira, 21 de março de 2011

A menina que roubava livros

Autor: Markus Zusak
Editora: Intrinseca
ISBN: 978-85-98078-17-5

480 páginas
Português
Formato: Papel

Sinopse original:
Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.

Por que eu li?
Mais um livro da moda que comprei. Poderia ter sido melhor, mas está bom para o meu primeiro livro com um escritor Australiano.

Minha opinião:
Chato!, Uma história de bastidor bem legal, porém o livro é enfadonho.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Poemas de Fernando Pessoa

Autor: Fernando Pessoa
Editora: Digital
ISBN: 8531907217

Português
159 páginas no formato Papel
Formato: Digital, PDF, Kindle

Sinopse oficial: Poesias de maneira geral

Minha Opinião: Não sou muito bom em ler poesia. Acho muito chato.